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VEJA TAMBÉM SOBRE:
  • Artigo 1 - SAÚDE SEXUAL NA CRIANÇA E NO ADOLESCENTE TAMANHO DO PÊNIS

  • Artigo 2 - FUMO E DISFUNÇÕES SEXUAIS

  • Artigo 3 - SAÚDE SEXUAL OBESIDADE E DISFUNÇÕES SEXUAIS

  • Artigo 4 - SAÚDE SEXUAL E EJACULAÇÃO PRECOCE

  • Artigo 5 - SAÚDE SEXUAL - DIMENSÕES PENIANAS

  • Artigo 6 - DIABETES E IMPOTÊNCIA SEXUAL

  • Artigo 7 - AUMENTO PENIANO

  • Artigo 8 - EJACULAÇÃO PRECOCE

  • Artigo 9 - MASTURBAÇÃO

  • Artigo 10 - PRÓTESES PENIANAS

  • Artigo 11 - FALTA DE ORGASMO OU ANORGASMIA

  • Artigo 12 - VARICOCELE (VARIZES NO ESCROTO)

  • Artigo 13 - EJACULAÇÃO E SEXO ORAL 

  • Artigo 14 - AUMENTO DA GROSSURA DO PÊNIS

  • Artigo 15 - SELEÇÃO BRASILEIRA DE FUTEBOL E SEXUALIDADE

 

 

Artigo 1

SAÚDE SEXUAL NA CRIANÇA E NO ADOLESCENTE TAMANHO DO PÊNIS

Ao longo da História da Humanidade a preocupação com o tamanho do pênis está presente em muitas culturas, havendo preocupações reais ou infundadas a respeito do tamanho do pênis. As modernas técnicas de cirurgia plástica e fisioterapia que podem ser aplicadas naqueles homens que sofrem deste problema, por terem  um micropênis ou porque mesmo tendo dimensões normais do pênis, o homem preocupa-se  assim como um homem que tem preocupações com nariz, orelha; ou a mulher que tem as mamas pequenas ou grandes e deseja  alterar estas dimensões, diminuindo ou aumentando estas partes do corpo e o faz  sem maiores problemas, assim, o tamanho do pênis pode ser aumentado em comprimento e diâmetro,  em ereção ou flacidez e  também pode-se diminuir o comprimento e a grossura.

A Criança pode ter problemas hormonais que às vezes são decorrentes de alterações genéticas ou de medicamentos que a mãe tenha usado quando grávida. Nestes casos é muito importante o diagnóstico para poder fazer com que o desenvolvimento do pênis na criança alcance o tamanho compatível com a idade (Tabela I) usando medicamentos próprios.

É possível ainda algumas alterações que podem provocar o tamanho menor do pênis em crianças e adolescentes;  estas alterações podem ir desde a obesidade,  fazendo com que o pênis fique oculto no excesso de gordura pré-pubiana  dando a impressão que o pênis é pequeno. Tratando estas situações com orientação, dieta específica e em alguns casos até a retirada cirúrgica desta gordura, podendo também ser usados aparelhos de tração que aumentam o tamanho do pênis de 3 a 5 cm, se usados adequadamente, ou associados às cirurgias.

Outra situação que leva à preocupação com o tamanho é conhecido como “pênis enterrado” (Criptofalia) e difere do anterior, já que há aderências anormais das estruturas do pênis com as do abdômen e o mesmo fica oculto às vezes até a glande, aparecendo apenas o prepúcio ou pele que cobre o pênis. Nestes casos  o tratamento indicado é cirúrgico para corrigir as aderências.

Uma situação bastante comum é a fimose que pode estar cobrindo a glande por fechamento na abertura do prepúcio (pele que cobre a cabeça do pênis) e tem grande interesse prático pela sua freqüência  elevada. Em 50% das crianças ao nascer podem estar nesta situação sem ao menos visualizar o orifício por onde sai a urina.

Aos 3 anos de idade 10% das crianças não podem retrair  completamente o prepúcio, porém, aos 17 anos 99% podem retrair o prepúcio. Esta é a evolução normal da criança ao adolescente e consegue até com certa ajuda manual dos pais expor a glande.

Em outras situações, por cicatrizes decorrentes da retirada da pele que cobre a glande ou por inflamação chamada de balanites, a pele é tão fechada que está indicado o tratamento operatório; nesta situação, fazendo a chamada postectomia, que é a retirada da parte da pele que cobre a cabeça do pênis, pois há o risco de infecções urinárias freqüentes e a necessidade de manter a higiene adequada nesta região.

Outras condições que podem levar a retenção da pele é a presença do freio curto, aquela pele que une o prepúcio a glande e impede que o pênis fique em ereção já que provoca dor ou uma curvatura do pênis, dificultando no adulto dor na relação sexual. O tratamento de escolha é a cirurgia chamada frenectomia, pois se não operá-lo pode sangrar na masturbação ou na relação sexual.

Estas orientações parecem necessárias ao público para poder evitar que a criança e o adolescente sofram problemas de convivência na escola, ou o adolescente passe por situações críticas na sua iniciação sexual ou no convívio social  que só aumentam as suas angústias e ansiedades, próprias desta faixa etária, ou aos pais que naturalmente preocupam-se com seus filhos e com sua Saúde Sexual.

TABELA I

COMPRIMENTO (CM) DO PÊNIS ESTICADO EM HOMENS NORMAIS 

IDADE

média ± DE

média 2,5 DE

30 semanas de idade gestacional     

2,5±0,4

1,5

34 semanas de idade gestacional      

3,0±0,4    

2,0

Ao termo  

3,5±0,7

2,5

0,5 meses

3,9±0,8

1,9

6-12 meses

4,3±0,8

2,3

1-2 anos

4,7±0,8

2,6

2-3 anos

5,1±0,9

2,9

3-4 anos

5,5±0,9

3,3

4-5 anos

5,7±0,9

3,5

5-6 anos

6,0±0,9

3,8

6-7 anos

6,1±0,9

3,9

7-8 anos

6,2±1,0

3,7

8-9 anos

6,3±1,0

3,8

9-10 anos

6,3±1,0

3,8

10-11 anos

6,4±1,1

3,7

Adulto

13,3±1,6

9,3

De Feldman e Smith, 1975; Schonfeld e Beebe, 1942

DR. ALFREDO ROMERO - CRM 47216

Diretor IBRASEXO

 

 

 

 

Artigo 2

FUMO E DISFUNÇÕES SEXUAIS

Conhecemos os danos que o fumo provoca à saúde como um todo;  na Disfunção Erétil  tem sido mencionado desde longo tempo, porém,   a evidência em relação  ao  Fumo e Impotência foi feita por Fosberg em 1979, em indivíduos jovens que ao pararem de fumar melhoravam o seu  desempenho sexual comprometido pela nicotina.

Inúmeros trabalhos científicos comprovam que os fumantes são mais freqüentemente atingidos pela Impotência Sexual do que os não fumantes, e que deterioram a sua circulação peniana principalmente, se existirem mais de um fator associado de risco vascular como obesidade, hipertensão arterial, diabetes e hiper-lipidemias (gorduras no sangue).

O cigarro aumenta o risco de coagulação do sangue  nos vasos, o que pode acarretar como sabemos infarto do coração, derrame cerebral e obstrução arterial (entupimento das artérias) nas pernas, já que o sangue fica mais grosso dificultando a passagem pelos vasos sangüíneos.

O fumo age sobre a função sexual masculina e feminina,  pelos  seus efeitos crônicos sobre as paredes das artérias; nos efeitos agudos pela vasoconstrição dos vasos pequenos (arteríolas) no interior do pênis e pela constrição das fibras intracavernosas musculares dos tecidos eréteis.

Os efeitos crônicos são ateromatose das artérias que irrigam  a genitália e  observam-se principalmente após os 40 anos.

A vasoconstrição observa-se nas arteríolas  dos órgãos eréteis (pênis e clitóris) provocando diminuição de entrada de sangue nestes órgãos por diminuição da pressão sangüínea, observa-se assim freqüentemente nos indivíduos que não têm outro fator de risco associado e que pode ser agravada pela ansiedade do bom desempenho sexual.

Por último, o fumo aumenta as catecolaminas circulantes que são substâncias que levam a insuficiência de elasticidade das fibras cavernosas nos tecidos eréteis, o que provoca um desarranjo no fechamento do sistema venoso provocando ereção pouco rígida e de curta duração.

É importante salientar que o fato do indivíduo parar de fumar não é garantia de retomada da sua atividade sexual, porém,  será melhor a sua ereção, se for mais jovem quando parar de fumar, e não houver outros fatores de risco associados.

Fumar  é a maior fonte de morte simples que pode ser evitada atualmente,  o fato de parar  de fumar  poderá trazer uma melhor qualidade e duração da vida e  sem dúvida,  melhorar no ser humano a sua Saúde Sexual.

DR. ALFREDO ROMERO - CRM 47216

Diretor IBRASEXO

 

 

 

 

Artigo 3

SAÚDE SEXUAL OBESIDADE E DISFUNÇÕES SEXUAIS 

O plasma no homem (parte líquida do sangue) contém  lipídeos (gorduras) que são transportados por todo o organismo da raiz dos cabelos até o dedo do pé.  Sabe-se, desde 1847, que o colesterol alto (hipercolesterolemia) está associado a formação de placas de gordura e cálcio (ateromas) que  bloqueiam (entopem) as artérias dificultando a passagem do sangue por estes vasos, facilitando o aparecimento das chamadas doenças vasculares, que como sabemos são mais freqüentes com o avanço da idade. O pênis que é um órgão eminentemente hidráulico não poderia deixar de ser afetado por este mesmo mecanismo, já que precisa do fluxo sangüíneo através das artérias penianas para obter e manter sua ereção; os músculos cavernosos que formam a estrutura que sustenta o aumento do tamanho e diâmetro do pênis também veêm-se afetados por estes mesmos mecanismos no indivíduo obeso.

Na mulher o mecanismo vascular que leva o sangue ao clitóris, vagina, pequenos e grandes lábios é muito similar ao do homem, provocando alterações muito parecidas nos tecidos genitais femininos. Um considerável número de pessoas obesas tem gorduras circulantes muito elevadas e isto produz alterações vasculares graves como as mencionadas, provocando Disfunções Sexuais tanto em homens como em mulheres; e o que é mais grave, em adolescentes e adultos jovens que passam a sofrer estas disfunções, sem sequer saber a importância que tem a obesidade em  suas vidas sexuais. Nos E.U.A. 55% da população adulta tem aumento de peso, o que leva conseqüentemente a um aumento do risco de morte ou sofrimento de doenças crônicas como: Hipertensão Arterial, Diabetes, Câncer de Útero e Mamas na mulher, Câncer de Próstata e Cólon no homem e Artrites de diversas formas, Depressão crônica e as Disfunções Sexuais em homens (Impotência Sexual) e mulheres. Os fatores facilitadores da obesidade são: Doenças genéticas, estilo de vida (sedentarismo), dietas inadequadas, falta de prática de exercícios físicos, estes fatores associados ou isolados facilitam a obesidade e para tratar estes  pacientes é necessário um grau de consciência de que mudanças, principalmente na alimentação que deve ser uma aliada e não uma vilã da nossa saúde. Alimentação com o máximo de frutas, verduras, legumes, alimentos integrais e consumo de sucos naturais.

Se lembrarmos da regra básica dos 5 por dia, que diz que o consumo diário de cinco legumes, verduras ou frutas, reduz o risco de aparecimento do câncer em até 35%. O nosso Instituto orienta as pessoas obesas a seguirem uma alimentação balanceada, prática  de exercícios físicos diários, pelo menos uma caminhada de 01 hora por dia, medicamentos sintomáticos quando necessários, até cirurgias para o tratamento da obesidade, tudo segundo o Índice Corporal de cada pessoa.

Para o tratamento específico da  Disfunção Erétil, após exames especializados usamos medicamentos para possibilitar que o paciente retome sua atividade sexual; para a mulher também são dadas orientações específicas para o tratamento  da sua disfunção, para ter sua  capacidade sexual  restabelecida. Não podemos esquecer: “Somos o que comemos. Adoecemos pelo que nosso organismo absorve. Morremos pelo que não eliminamos”, se lembrarmos disto teremos mais possibilidades para manter nossa Saúde Sexual.

DR. ALFREDO ROMERO - CRM 47216 

Diretor IBRASEXO

 

 

 

Artigo 4

SAÚDE SEXUAL  E EJACULAÇÃO PRECOCE

A EJACULAÇÃO PRECOCE é a disfunção sexual mais freqüente no mundo.
Estatísticas relatam que 40 a 50% dos homens sexualmente ativos, sofrem desse problema, mas, a grande pergunta que se faz é: o que é Ejaculação Precoce?

Definimos Ejaculação Precoce como sendo a “Disfunção Sexual Masculina, na qual o homem ejacula antes de satisfazer a parceira ou a si próprio”.

Segundo pesquisas realizadas em nosso Instituto, 85% dos pacientes que consultavam por Ejaculação Precoce, demoravam menos de 1 minuto para ejacular, já que a mesma ocorria na penetração ou até 1 minuto depois de penetrar.

Pesquisas internacionais referem que a mulher pode  demorar de 8 à 20 minutos para atingir o orgasmo, quando bem preparada previamente, portanto, é fácil compreender porque este tipo de disfunção sexual tem tanta importância na vida sexual do casal.

Basicamente, existem 2 tipos de Ejaculação Precoce:

  • Primária

  • Secundária

A Primária como o próprio nome define é aquela que o paciente apresenta desde o início da sua vida sexual e  em qualquer circunstância.

Secundária, a pessoa apresenta depois de um período em que é normal e secundariamente a uma doença que pode ser a falta de ereção, doença de Peyronie e outras.

Durante décadas considerava-se que a Ejaculação Precoce tivesse como causa única Distúrbios Psicológicos, isto devido talvez, ao fato de não conhecer uma causa orgânica para o distúrbio e pelo fato dos terapeutas sexuais com o uso de técnicas condutuais terem resultados de cura de até 95%, como relatados em inúmeros trabalhos publicados pelo mundo.

Porém, a medida que os conhecimentos avançavam no diagnóstico e tratamento das Disfunções Sexuais Masculinas, ficou  evidente que a Ejaculação Precoce tinha causas orgânicas e que os acompanhamentos a longo prazo daqueles pacientes submetidos à terapia não traziam a cura para todos os casos como era  proposto até o final dos anos 80; e uma nova teoria foi lançada no início dos anos 90,  era a da organicidade do problema e que pode ser comprovada pelos excelentes resultados obtidos com estes tratamentos.

Atualmente, existem maneiras de diagnosticar a Ejaculação Precoce quanto ao tipo e principalmente, quanto a gênese e poder desta forma contribuir para o tratamento desta disfunção com segurança,  obtendo resultados que se aproximam de 95-98% de sucesso.

Consideramos que a maior contribuição para o tratamento da Ejaculação Precoce  do tipo primária, foi o  desenvolvimento de aparelhos que detectam a sensibilidade no pênis, daqueles homens que nasceram com esta acima do normal e que é a causa da Ejaculação Precoce.

Graças a este diagnóstico, foi desenvolvido um tratamento operatório que tem como finalidade diminuir esta sensibilidade peniana aumentada, com o propósito de que o ejaculador precoce tenha controle pleno da sua ejaculação, demorando o tempo que ele deseje para ejacular, como é o comportamento do homem normal.

A cirurgia chamada de Neurotomia Seletiva do Pênis, parecida com uma operação de fimose, é realizada com anestesia local,   tem demonstrado resultados favoráveis com até 98% de cura para a Ejaculação Precoce do tipo Primária.

Para outros tipos de Ejaculação Precoce, os tratamentos medicamentosos e psicoterápicos, continuam tendo sua indicação específica e para a Ejaculação Precoce  do tipo Secundária o tratamento da causa que a originou é a solução, devolvendo àqueles que sofrem deste mal a sua Saúde Sexual.

Para saber mais clique aqui.

DR. ALFREDO ROMERO - CRM 47216

Diretor IBRASEXO

 

 

 

Artigo 5

SAÚDE SEXUAL - DIMENSÕES PENIANAS

Na história da sexualidade humana, o tamanho do pênis esteve sempre em evidência,  na maioria das culturas como: a Egípcia, Grega, Romana e Pré-Colombianas como a dos Maias e Incas.

É interessante observar nos desenhos, esculturas e pinturas que o que se cultuava era o pênis grande e em casos muito raros o pênis pequeno, portanto, é natural que na atualidade o homem continue a ter preocupações com o tamanho do pênis.

Em nosso Instituto, a principal preocupação dos homens que procuram informação para tratamento do tamanho do pênis e que nós chamamos de Disfunção Sexual Masculina de Estética, é em relação ao tamanho do pênis flácido, o que demonstra uma preocupação em relação ao aspecto social de convivência diária que vai desde o volume que a genitália faz nas roupas do dia-a-dia, passando pelo uso de mictórios públicos, vestiários coletivos, quando da prática de esportes ou troca de roupas em indústrias, comércios e outros, assim como os momentos que precedem ou sucedem o ato sexual em que o pênis está  em flacidez e dependendo do estado de ansiedade e  temperatura o paciente quando compara o seu pênis com o dos  outros, sempre percebe que o dele não é do tamanho das outras pessoas  e sim sempre é menor,  já que no mínimo os outros não estão sobre este estado de ansiedade, tendo os seus pênis relaxados e não contraídos, como o da pessoa que se preocupa com este tipo de situações.

A segunda queixa  mais relatada dos homens que se preocupam com o tamanho é em relação ao diâmetro peniano com a finalidade de dar maior prazer a parceira na hora do ato sexual, e é compreensível já que sabemos que para a mulher o que faz a diferença e dá maior sensação de prazer é a repleção das estruturas vaginais na distensão da penetração, sendo maior com homens que têm uma grossura maior do pênis.

Em terceiro lugar, temos como interesse do homem que se preocupa com o  tamanho, o comprimento do pênis em ereção para atividade sexual, o que nos faz pensar que para a mulher tem pouca ou nenhuma importância já que a vagina é elástica e acomoda o tamanho do pênis em comprimento e pouca diferença fará para ela alguns centímetros a mais no comprimento do pênis do parceiro.

Com os  anos de experiência vividos no tratamento das disfunções sexuais masculinas, temos muito claro que o que o  homem procura é muito parecido com que a mulher busca quando decide aumentar ou diminuir o tamanho das mamas ou quando decide  corrigir o tamanho  do nariz ou das orelhas e isto é  o bem estar físico, social e principalmente o bem estar psíquico. Este ao nosso ver é o cerne da questão, o homem que procura aumentar as dimensões do seu pênis está procurando a satisfação com a própria imagem e o aumento da sua  auto estima. As técnicas operatórias existentes hoje em dia ou as técnicas de fisioterapia com esta finalidade de aumento de tamanho do pênis já seja em comprimento, em ereção ou  flacidez ou o aumento da grossura, apenas  colocam a ciência médica a serviço do homem cuja finalidade é o benefício da sua SAÚDE SEXUAL.

DR. ALFREDO ROMERO - CRM 47216

Diretor IBRASEXO

 

 

 

Artigo 6

DIABETES E IMPOTÊNCIA SEXUAL

O Diabetes é a causa mais comum de Impotência Sexual (Disfunção Erétil), numa clínica que trata de Disfunções Sexuais.

Considera-se que de 30-50% dos homens diabéticos vão apresentar Impotência Sexual, e a grande maioria, até 01 ano após o aparecimento do Diabetes.

Alguns estudos mostram que até 15% dos diabéticos não diagnosticados, apresentam como causa única de comparecimento à consulta médica, a Impotência Sexual e que ao serem examinados descobre-se serem pacientes portadores de Diabetes. No Brasil, 1/4 dos diabéticos não fazem tratamentos ou sequer sabem que são diabéticos.

É importante ressaltar que os diabéticos que controlam a sua dieta rigorosamente são menos propensos a sofrerem de Impotência Sexual, porém, não há diferenças quanto a incidência no fato dos diabéticos serem tratados com insulina ou comprimidos.

O consumo de álcool e o uso de medicamentos anti-hipertensivos nos diabéticos, e o pobre controle do açúcar no sangue parecem piorar o risco do aparecimento da Impotência Sexual.  

As causas da Impotência Sexual no diabético são multi fatoriais com claro predomínio das lesões das artérias que irrigam o pênis e dos nervos que comunicam o cérebro ao pênis e o pênis ao cérebro, e também as alterações que os tecidos cavernosos do pênis sofrem por estas alterações.

O diagnóstico da Disfunção Erétil no diabético é baseado fundamentalmente na história clínica, num estudo global da função erétil, e em um estudo específico dos componentes da ereção. Sabendo que o diabetes têm causas muito variadas para produzir Impotência; os centros que tratam destes pacientes devem ter uma equipe médica composta por especialistas das várias áreas que englobam a doença.

Os tratamentos devem seguir uma orientação específica, principalmente quanto a prevenção da Disfunção Erétil com exercícios físicos diários, alimentação rigorosamente dentro dos parâmetros para o diabético e o controle do açúcar rigoroso para poder melhorar o indivíduo diabético como um todo.

Quanto ao tratamento da Disfunção Erétil, temos os tratamentos medicamentosos através de drogas vasoativas intracavernosas que são as drogas de primeira escolha já que principalmente nos indivíduos jovens e nos diabéticos com diagnóstico recente, os benefícios são tão bons que alguns chegam a uma retomada da sua atividade sexual normal; mas também os medicamentos paliativos como o Viagra e as próteses químicas em que o paciente usa medicamentos só para permitir uma relação sexual quando o paciente deseja.

Existe também o uso de próteses penianas que quando associadas a tratamentos cirúrgicos para aumentar a entrada do sangue no pênis ou para diminuir a saída deste sangue  se estiver aumentada, devolvem aos pacientes diabéticos a sua capacidade plena para a função sexual.

Segundo o Censo Nacional de Diabetes de 1988, 7,6% da população brasileira na faixa etária de 30 à 69 anos são diabéticos, atingindo cifras de 20% na população acima de 70 anos. Estima-se hoje entre 5 e 10 milhões de pessoas diabéticas, as quais necessitam de orientação para melhorarem a sua qualidade de vida através da melhora da sua Saúde Sexual.

DR. ALFREDO ROMERO - CRM 47216

Diretor do IBRASEXO

 

 

 

Artigo 7

AUMENTO PENIANO

Na seção “PESQUISA DO MÊS”  do nosso site, nos surpreendeu a porcentagem de internautas, 66% para ser exato, que optaram pelo tema Aumento Peniano para ser abordado na seção de Artigos, portanto, passamos a esclarecer à população a respeito do aumento peniano.

Desde a mais remota antigüidade, o homem se preocupa com o tamanho do pênis. Ao longo da história são inúmeras as culturas que nos legaram uma verdadeira constelação de pinturas, esculturas com pênis avantajados tanto em comprimento como em grossura, apenas o fato de 66% dos internautas desejarem saber algo sobre o assunto,  nos mostra  que continua atual o desejo do homem em ter um pênis maior.

Partamos da seguinte indagação: o que é um pênis normal?

Pênis normal em relação ao tamanho é aquele que satisfaz ao homem e a sua parceira. Existem basicamente 5 tamanhos que podem ser considerados  normais.

Micropênis é aquele que mede até 9 cm de comprimento, pênis pequeno mede entre 10 e 12 cm, pênis médio de 13 a 16 cm, pênis grande entre 17 e 22 cm, e macropênis mede acima de 23 cm de comprimento.

Com relação à grossura, podemos considerar um micropênis quando mede menos de 6 cm de circunferência, um pênis pequeno entre 7 e 9 cm de circunferência, um pênis médio entre 10 e 12 cm de circunferência e um pênis grande entre 13 e 15 cm de circunferência; acima de 16 cm de circunferência é um macropênis.

É importante notar que o tamanho médio do pênis em ereção é 14 cm, portanto podemos dizer que o homem que possui estas dimensões é um homem perfeitamente normal, isto posto levaremos em consideração que a grande maioria dos homens que se preocupa com o tamanho do pênis o faz quando em flacidez, é a chamada síndrome do vestiário em que o homem não usa um mictório coletivo, não se troca num clube na frente de outros homens, não usa uma sunga de banho, não fica nu, à vontade, na frente de uma parceira na hora do ato sexual devido ao constrangimento que ele tem em relação ao tamanho do seu pênis quando comparado ao dos outros.

Outros homens se preocupam com o tamanho na hora da relação sexual por acreditarem que um pênis maior trará uma satisfação maior para a parceira e em menor número aqueles que se preocupam com a grossura do membro.

Existem várias alternativas de tratamento para estes casos, na maioria dos países do mundo estes tratamentos são realizados com a completa liberação dos órgãos reguladores da profissão, sendo o Brasil o único país do mundo no qual estes tratamentos de aumento peniano por uma Resolução do Conselho Federal de Medicina são feitos apenas em caráter experimental. Os tratamentos podem ser realizados através de fisioterapia com equipamentos chamados de extensores penianos,  através de cirurgias ou  da associação das duas técnicas.

A finalidade destes tratamentos é o de trazer o bem estar físico, psíquico, social e sexual do indivíduo para uma completa Saúde Sexual

DR. ALFREDO ROMERO - CRM 47216

Diretor do IBRASEXO

 

 

 

Artigo 8

Ejaculação Precoce

A última pesquisa nacional atribuída ao PROSEX do Hospital das Clínicas, coordenada pela Psiquiatra Carmita Abdo, publicada na revista Veja (edição 1692, ano 34 - no. 11, 21.03.2001) em mais de 3000 homens e mulheres entre 18 e 70 anos de todas as classes sociais, comprova que a Ejaculação Precoce é muito mais freqüente do que os clássicos e teóricos da especialidade que trata das Disfunções Sexuais conheciam.

O número é surpreendente, pois segundo a pesquisa, 57% sofrem ou sofreram Ejaculação Precoce.

No IBRASEXO - Instituto Brasileiro para Saúde Sexual temos uma experiência bastante grande sobre o diagnóstico e tratamento deste mal que sem dúvida alguma dentro das Disfunções Sexuais Masculinas é a mais comum, com um agravante, segundo a nossa ótica para cada ejaculador precoce existe ao menos um parceiro sexual insatisfeito.

Sabemos que os dados que a pesquisa mostra são muito relevantes em relação a vida sexual do casal, pois na nossa experiência mais de 80% dos ejaculadores precoces ejaculam em menos de 1 minuto depois da penetração, daí a importância de tratar estes pacientes que na sua grande maioria sofre da chamada Ejaculação Precoce Primária.

Há tratamento curativo para este tipo de disfunção sexual. Não consideramos admissível que um homem sofra a angústia de ver a sua parceira insatisfeita e muitas vezes atribuindo a ela uma dita "frigidez sexual" que ela mesma não tem e que os pacientes fazem questão de lhe atribuir, pois os mesmos não tem parâmetro de comparação e saber que uma relação sexual considerada normal é aquela em que o homem ejacula quando ele ou o casal assim o desejam, demorando o tempo que eles querem na relação sexual, com penetração e movimentação ativa satisfazendo-se plenamente.

Para saber mais clique aqui.

DR. ALFREDO ROMERO - CRM 47216

Diretor do IBRASEXO

 

 

 

Artigo 9

MASTURBAÇÃO

A palavra MASTURBAÇÃO é formada pelos sufixos manus (mão) e stuprare (estupro) que é a auto-estimulação dos órgãos genitais para obter prazer sexual, principalmente da manipulação do pênis, do clitóris e de outras zonas erógenas, levando a uma gratificação sexual que culmina com a produção do orgasmo ou às vezes com o cansaço.

É um comportamento sexual geralmente solitário mesmo que o parceiro(a) esteja presente na imaginação de quem se masturba ou através de imagens fotográficas,  revistas, filmes,  publicações sobre questões sexuais ou claramente pornográficas.

O estímulo pode ser através de telefonemas ou pela Internet  em visitações a sites porno-eróticos ou salas de sexo virtual;  pode-se ainda fazer uso de dispositivos mecânicos ou uso de vibradores.

Estudos realizados nos E.U.A. indicam que 95% dos homens e 85% das mulheres praticam ou praticaram a masturbação desde tenra idade. A maior freqüência da masturbação ocorre na puberdade e adolescência, porém na nossa experiência clínica os relatos dos pacientes nos mostram que é  bastante praticada por homens e mulheres adultos.

No passado, a prática da masturbação era considerada como a causadora de distúrbios mentais, ligada a uma série de doenças psíquicas e orgânicas. Atualmente, como ponto negativo da masturbação temos a ressaltar a prática obsessiva, principalmente se acompanhada de ausência do desejo sexual, quando passa a ser considerada como um transtorno comportamental, situação esta em que a pessoa não está consciente da sua motivação, podendo ser utilizada como substituta para a falta de satisfação social, compensação de uma timidez, incapacidade de se relacionar com parceiros(as) ou para aliviar tensões e ansiedades.

Hoje, o conhecimento médico sexológico sobre o assunto  caracteriza a masturbação como um ato extremamente salutar, sendo inclusive técnica ensinada por profissionais da área para o desenvolvimento e o conhecimento das sensações de pessoas que sofrem distúrbios como: 

  • anorgasmia (falta de orgasmo),

  • dispareunia (dores durante a relação sexual),

  • vaginismo (dor e impossibilidade de penetração vaginal),

  • anafrodisia (falta de desejo sexual).

Esta técnica quando praticada inicialmente pela pessoa que está em tratamento e posteriormente com o parceiro(a) sexual, torna-se uma ferramenta de extrema utilidade para o sucesso desses métodos. Assim sendo, pensamos que a masturbação solitária ou praticada a dois trará um bem estar na qualidade de vida melhorando a SAÚDE SEXUAL.

DR. ALFREDO ROMERO - CRM 47216

Diretor do IBRASEXO

 

 

 

Artigo 10

PRÓTESES PENIANAS

Penso que nós médicos somos os culpados pelas  próteses penianas serem vistas por uma boa parcela da população como algo distante da realidade do tratamento de uma disfunção sexual erétil.

Durante os últimos 20 anos, ouvimos inúmeras vezes profissionais da área, em entrevistas nos meios de comunicação referirem-se às próteses penianas como a última escolha que um homem impotente deveria ter como opção de tratamento. Passaram-se 50 anos desde que na era moderna as próteses penianas têm sido usadas por milhares de homens ao redor do mundo para corrigir uma disfunção erétil e retomar a sua  SAÚDE SEXUAL.

Dentre os tratamentos com comprimidos orais, medicamentos injetados no pênis ou a junção dos 2;  os tratamentos operatórios como cirurgias para o aumento de irrigação sangüínea do pênis ou para diminuição da saída do sangue quando aumentada e que escapa do pênis; correções de curvaturas como as que aparecem na doença de Peyronie, apenas a cirurgia de próteses penianas têm resultados espetaculares de 98% de "satisfação" para a  pessoa que as utiliza.

No último Congresso Latino Americano realizado no Rio de Janeiro, do qual participamos, tivemos a grata satisfação de ver que os especialistas presentes concluíram que as próteses penianas são em muitos casos de Impotência Sexual a primeira escolha para tratar uma disfunção erétil, pois nenhum outro tratamento é tão eficaz, definitivo e eficiente para retomada da atividade sexual quanto o uso de uma prótese peniana.

Atualmente são utilizados 2 tipos básicos de próteses penianas. As próteses semi-rígidas permitem uma ereção complementar quando o paciente está excitado desde que corrigido o problema básico da sua disfunção erétil. Temos pacientes operados há 15 anos que relatam que nunca uma parceira sexual percebeu que ele tem uma prótese colocada no pênis. Esta experiência nos dá a certeza de que elas são altamente cosméticas, portanto, não sendo visíveis antes, durante e após a atividade sexual.

O outro tipo de próteses penianas utilizadas atualmente são as próteses hidráulicas as quais  não permitem uma ereção complementar tão intensa quanto às semi-rígidas.  A vantagem sobre as semi-rígidas, quando usada a de 3 volumes é que deixam o pênis num estado de flacidez como se o homem nunca tivesse colocado uma prótese. Salvo raríssimas exceções, a durabilidade das próteses é para toda a vida.

A cirurgia para colocação  de uma prótese peniana é muito simples na maioria dos casos requer internação de 12 horas, pode ser feita com anestesia do umbigo para baixo ou com anestesia local em que é realizada em regime ambulatorial. Complicações como infecção atualmente, com os cuidados existentes são desprezíveis. A retomada da atividade sexual ocorre por volta de 30 dias após a cirurgia.

O homem que usa prótese peniana leva uma vida social normal podendo freqüentar praia, piscina e sauna sem constrangimentos, voltando principalmente à normalidade de sua vida sexual a qual permite a recuperação plena de sua SAÚDE SEXUAL.

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Artigo 11

FALTA DE ORGASMO OU ANORGASMIA

A anorgasmia, é a falta de orgasmo de maneira recorrente e persistente, depois de uma fase de excitação normal, produzida por uma estimulação adequada em intensidade e duração. É um distúrbio que afeta principalmente as mulheres.

Classifica-se a anorgasmia em  primária e secundária:

Anorgasmia primária: caracteriza as pessoas que nunca atingiram um orgasmo,  através do coito ou da masturbação.

Anorgasmia secundária: após um período de normalidade em que a pessoa tem orgasmos  na sua relação sexual, e deixa de tê-los de forma sistemática.

Por sua vez a anorgasmia pode ser: absoluta ou situacional.

Absoluta: se a pessoa é incapaz de atingir um orgasmo pelo coito, ou pela masturbação em nenhuma circunstância.

Situacional: se a pessoa pode alcançar um orgasmo, mas só em circunstâncias específicas.

Como causas de anorgasmia temos: orgânicas, psicológicas e mistas.

Orgânicas: a fisiologia do orgasmo é bastante complexa, atuam nela, uma série de contrações reflexas de certos músculos genitais, e sensações cerebrais de bem estar, que dão uma sensação intensa de prazer.
Qualquer doença ou traumatismo que afete estas regiões, ou o uso de qualquer droga, inclusive alguns medicamentos, podem inibir o orgasmo. Acredita-se ser pouco freqüente, porém, estudos mais recentes da fisiologia sexual nos dão uma porcentagem maior deste tipo.

Psicológicas: o orgasmo pode ser inibido pela ambivalência das pessoas a respeito do seu compromisso frente a relação do casal, ao receio do abandono de um dos cônjuges ou o temor a garantir a sua independência, sentimentos de culpa sexual ou da conduta sexual. Outras causas podem ser: educacionais, sociais, religiosas, falta de conhecimentos sexuais e do funcionamento do próprio corpo, a ansiedade, depressão, tensão corporal, entre outras causas.

Mistas: referem-se a interação das duas causas anteriores.

Para o tratamento da anorgasmia, é necessário uma consulta a um especialista. Nesta será realizado o diagnóstico apropriado do tipo de anorgasmia, que poderá ser de causa orgânica, psíquica ou mista.

Preferencialmente, a consulta deve ser feita pelo casal, para que o especialista possa orientar qual o tipo de tratamento que deverão realizar, e ao final deste, desfrutem do seu corpo, obtendo o prazer da relação sexual, recuperando desta forma a sua SAÚDE SEXUAL.

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Artigo 12

VARICOCELE  -  VARIZES NO ESCROTO

A varicocele é definida como dilatação e tortuosidade das veias do plexo pampiniforme, ou seja, das veias que envolvem o cordão espermático, formando um inchaço escrotal macio, elástico, muitas vezes doloroso.

Freqüentemente está associado a oligospermia, isto é, um distúrbio que consiste em concentração insuficiente de espermatozóides no esperma. Quando apresentam sintomas, comportam um tratamento cirúrgico. Tem maior incidência dos 15 aos 30 anos de idade.

Geralmente a varicocele se desenvolve de forma lenta e é assintomática. O paciente é examinado principalmente para fins de avaliação de um possível fator de infertilidade masculina num casamento infértil. Entretanto, o paciente pode às vezes se queixar de dor ou de sensação de peso, cansaço,queimação na bolsa escrotal (saco).

Outros sintomas podem ser:

  • Presença de veias dilatadas,

  • Atrofia dos testículos.

As varicoceles são mais comuns no lado esquerdo do que no direito, por muitas razões anatômicas, mas podem afetar os dois lados.

Variam de tamanho, sendo classificadas em 3 grupos:

  • Grande: facilmente identificada através de simples observação.

  • Moderada: identificada através da palpação, por um profissional experiente.

  • Pequena: identificada apenas com uma manobra de exame em que se aumenta a pressão abdominal, impedindo o retorno venoso aumentando assim o tamanho da varicocele, sendo percebida pelo examinador.

Temos que lembrar que o tamanho da varicocele não está relacionado à intensidade das alterações no esperma, porém é uma das causas mais conhecidas de função testicular reduzida e atualmente está presente em quase 40% dos homens estéreis.

Para o diagnóstico, a história, o exame físico e a análise do esperma (espermograma) são suficientes. É importante ressaltar que a varicocele, bem como seu tratamento não alteram a libido sexual e nem a função erétil peniana, estando mais associada à má qualidade do sêmen em muitos pacientes inférteis, mas estes podem ter a sua capacidade reprodutiva restabelecida através de um tratamento cirúrgico.

Cabe aqui mencionar a importância de se procurar um especialista quando se perceber alguma alteração na região escrotal, para que através de um tratamento adequado o indivíduo mantenha sua SAÚDE SEXUAL.

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Artigo 13

 

EJACULAÇÃO E SEXO ORAL

 

Na atividade sexual humana, há variadas formas de se praticar o ato sexual, entre estas mencionamos o sexo vaginal, o sexo anal e o sexo oral.

Dependendo do nível cultural, das diferentes repressões (religiosas, culturais, sociais e educacionais) a prática do sexo oral estará mais ou menos presente entre os casais.

 

Quando o sexo oral é realizado no pênis, é chamado de felação, ou seja, é a estimulação sexual do pênis com a boca, lábios ou com a língua. Como conseqüência a esta estimulação do pênis poderá ocorrer a ejaculação que nada mais é que a saída do esperma pelo canal uretral, o qual poderá trazer o orgasmo associado a ela ou não.

 

O esperma é um fluído espesso, viscoso, branco  amarelado e que corresponde a secreções dos testículos, dos epidídimos, das vesículas seminais, da próstata e das glândulas bulbo uretrais. Em cada ejaculação são eliminados por volta de 2,5 a 5 ml deste líquido seminal contendo de 50 a 100 milhões de espermatozóides por mililitro.

 

Estas secreções normalmente são estéreis, ou seja, não têm nenhum microrganismo que possa provocar dano à saúde das pessoas, portanto no momento da ejaculação se houver contato com a boca poderão ser engolidas pela parceira(o) sem danos à saúde.

 

É importante lembrar que há possibilidade de transmissão de doenças sexualmente transmissíveis através da felação, assim como dos fluídos que vêm deste ato, como é o caso daquele líquido viscoso, parecendo uma clara de ovo que sai pelo canal da urina durante a excitação do homem e antes de ocorrer a ejaculação, como também pelo próprio líquido que é ejaculado.

Recomenda-se entre parceiros não confiáveis ou não conhecidos, o uso de preservativo (camisinha) para a prática do sexo oral, preservando assim a sua SAÚDE SEXUAL.

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Artigo 14

 

AUMENTO DA GROSSURA DO PÊNIS

 

O pênis é um órgão importante para o prazer sexual feminino, principalmente no que se relaciona ao seu tamanho em grossura. A grossura do pênis, permite que a mulher tenha a sensação de repleção vaginal, ou seja a sensação de distensão e preenchimento da entrada da vagina até 3 cm para dentro do canal vaginal, facilitando ao mesmo tempo as  sensações agradáveis provocadas pelos grandes e pequenos lábios vaginais sobre o clitóris durante os movimentos de vai e vem do coito.

 

Em um trabalho de pesquisa realizado pelo Instituto Brasileiro para Saúde Sexual, foram medidos os pênis em estado de ereção de 879 homens, e a média da circunferência peniana foi de 12,0 cm. A circunferência máxima medida foi de 17,5 cm e a circunferência mínima foi de 8,0 cm.

 

Para fins didáticos classificamos a grossura do pênis em estado de ereção em micro-pênis, pequeno, médio, grande e macro-pênis.

 

  • O micro-pênis situa-se abaixo de 6,0 cm de circunferência;

  • O pênis pequeno situa-se entre  7,0  e 9,0 cm de circunferência;

  • O pênis médio situa-se entre 10,0 e 12,0 cm de circunferência;

  • O pênis grande situa-se entre 13,0 e 15,0 cm de circunferência;

  • O macro-pênis situa-se  acima de 16,0 cm de circunferência.

 

Atualmente, na terapêutica médica, existem tratamentos para o aumento da grossura do pênis, para aqueles homens que se sentem desconfortáveis do ponto de vista estético e/ou funcional, e que consistem em auto enxertos de gordura (gordura retirada do próprio corpo e colocada no pênis para aumentar a grossura), uso de tecidos sintéticos, por exemplo, em pacientes que usam próteses penianas e estão insatisfeitos com a grossura do seu pênis, enxertos de pele doada para aumentar a grossura do membro e o uso de outros tecidos sintéticos.

 

Pensamos, que atualmente, o homem tem à sua disposição uma gama de recursos que possibilitam a melhoria da sua atividade sexual e em artigos futuros poderemos tratar dessas diferentes técnicas para o aumento da grossura do pênis, contribuindo com isto, para o bem estar  daqueles que precisam melhorar a sua SAÚDE SEXUAL.

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Artigo 15

 

SELEÇÃO BRASILEIRA DE FUTEBOL E SEXUALIDADE

 

Parece incrível, que a sexualidade humana, nos primórdios do século XXI, ainda sofra, como comportamento bio-psico-social, restrições ao seu exercício, por quem assim deseja praticá-la, independente de ser um selecionado nacional de futebol, soldados ou exércitos mundo afora em campanhas anti-terroristas e outras. Não vemos, do ponto de vista da sexualidade humana, nenhuma justificativa para se proibir a jogadores que estarão vivendo sob inúmeras pressões psicológicas, na disputa de um aguerrido campeonato mundial, a não ser que esta proibição seja feita em função de uma dita disciplina por imposição e não por consenso do grupo ou por orientação de profissionais que, paralelamente, atuam orientando os dirigentes do nosso futebol.

 

Não acreditamos em outras possibilidades de se proibir um bem estar tamanho, como o que traz a atividade sexual em função do bem psíquico, emocional, espiritual e reconfortante, qual seja a prática do ato sexual com as parceiras daqueles que estarão submetidos às pressões antes mencionadas.

 

Independente dos motivos que os dirigentes enumeraram, sabemos por efeitos de ofício e estudos que o ato sexual em si é altamente benéfico e gratificante nas condições mencionadas, e que a liberalidade e o benefício têm sido reconhecido até para presidiários - homossexuais, bissexuais ou heterossexuais -, cumprindo pena como castigo das transgressões sociais, que possam ter cometido.

 

Por outro lado, é bem verdade que, quando se pretende disciplinar um grupo heterogêneo do ponto de vista cultural, religioso e até a nível étnico, unidos pelo objetivo único de vencer um campeonato, o qual lhes traz mais benefícios econômicos do que patrióticos, talvez seja isto que motive a se abdicar do benefício da atividade sexual, para tentar assim tão difícil conquista.

 

Sabemos que ninguém vai sucumbir à proibição de 2 meses sem atividade sexual.

No entanto, levando em consideração a evolução do ser humano, já deveríamos saber que a conjunção sexual entre as pessoas tem mais benefícios do que malefícios, inclusive quando da prática de atividades esportivas, haja vista que, no mínimo, se estará contribuindo para o preparo físico dos praticantes e, principalmente, com o benefício psico-emocional das descargas de endorfinas cerebrais que, se não melhorarem os resultados futebolísticos, melhorarão, sim, a saúde sexual dos participantes da Copa do Mundo de Futebol.

DR. ALFREDO ROMERO - CRM 47216

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